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май 27, 2026
Маленькие цели Гаити и Шотландии и большая мечта Марокко, соперников Бразилии
Жеребьевка чемпионата мира определила Бразилии двух давно отсутствовавших на мундиале команд — Гаити и Шотландии — и еще одну, Марокко, которая участвует в третьем чемпионате подряд.

TL;DR
- Гаити возвращается на Чемпионат мира впервые за 52 года, их цель — набрать первое очко в истории турнира.
- Шотландия, возвращаясь на Чемпионат мира после 28-летнего отсутствия, надеется пройти первый групповой этап.
- Марокко, занимающее восьмое место в рейтинге ФИФА, считается восходящей футбольной державой и стремится повторить свой лучший результат на прошлом мундиале.
- Марокко активно привлекает игроков с марокканскими корнями из Европы для усиления сборной.
O sorteio da Copa reservou ao Brasil dois times ausentes há tempos do Mundial – Haiti e Escócia – e outro, o Marrocos, que disputa sua terceira edição consecutiva. Se para o Brasil, o título é sempre uma possibilidade, para os rivais há outras ambições, de um simples empate a chegar até final, por que não?
O Haiti está de volta depois de 52 anos. Sua única participação foi em 1974, com três derrotas e um ídolo. Agora, o sonho é pelo menos ganhar o seu primeiro ponto em Mundiais.
Em 1974, estava no Grupo D, ao lado de Argentina, Polônia e Itália. Estreou contra a Itália e, apesar da derrota por 3 x 1, conseguiu um feito lembrado até hoje. No início do segundo tempo, a Itália fez o que já estava fazendo em todo o primeiro tempo; muita pressão. E permitiu um contra-ataque para o rápido Emanuel Sanon. Ele escapou pela esquerda, driblou o goleiro Zoff e marcou. Zoff estava sem sofrer gols havia 12 jogos, enfrentando seleções fortes, como o Brasil.
Depois, houve um 0 x 7 contra a Polônia e nova derrota, por 4 x 1, contra a Argentina, novamente com gol de Sanon.
Agora, o destaque é Ricardo Adé, zagueiro de 1m90, que joga na LDU do Equador. Ele é o pilar de uma defesa forte, fundamental na Eliminatórias para as eliminações de Costa Rica e Honduras. É com estas armas que os haitianos tentarão o seu primeiro ponto.
A Escócia tem vitórias em Mundiais. A mais lembrada é o 3 x 2 na Holanda em 1978, com um gol de Archie Gemmil, considerado um dos mais bonitos em todas as Copas. Mas, em suas oito edições anteriores, nunca passou da primeira fase. Mesmo em 1974, quando terminou invicta, com empates contra Brasil e Iugoslávia e vitória sobre o Zaire, por 2 x 0, ficou de fora. Faltou um gol.
Agora, aposta em Scott McTominay e Billy Gilmour, meio-campistas do Napoli. Tominay fez um gol de bicicleta na vitória por 4 x 2 contra a Dinamarca, a última das Eliminatórias. De volta à Copa após 28 anos, novamente em um grupo do Brasil, a aposta é conseguir chegar à segunda fase. Terá um duro adversário vindo da África.
Marrocos chega à Copa ostentando um novo status. Deixou de ser uma possível zebra para ser uma potência ascendente no futebol mundial. Está em oitavo lugar no ranking da Fifa. Mantém a solidão defensiva, o jogo forte pela lateral direita, com Hakimi e, agora, o maior toque de qualidade, com Brahim Diaz, do Real Madrid.
Na última Copa, ficou em quarto lugar, um posto nunca alcançado antes por uma seleção africana. Perdeu para França e Croácia, mas eliminou Portugal, Espanha e Bélgica. Sonha em, no mínimo, repetir o feito. Se não der, estará talvez mais forte em 2030, com sua política de “diáspora invertida”, trazendo para sua seleção jogadores com ascendência marroquina. Em março, agregou quatro holandeses e dois belgas na faixa de 20 anos. É o futebol globalizado.