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май 30, 2026

Молоко: один фактор может увеличить производство и снизить выбросы метана, говорят исследования

Молоко является одним из самых распространенных продуктов питания на столах бразильцев, будь то в чистом виде или в виде йогуртов и сыров, например. Здесь потребление на душу населения в настоящее время составляет от 170 до 178 литров на человека в год, согласно данным, консолидированным Центром молочной информации (Cileite) Бразильской компании сельскохозяйственных исследований (Embrapa), и в своей цельной форме молоко UHT является предпочтительным для потребителей из-за его удобства хранения и широкого распространения в супермаркетах.

Молоко: один фактор может увеличить производство и снизить выбросы метана, говорят исследования

TL;DR

  • Генетика позволяет повысить продуктивность молочного скота, улучшить усвоение корма и повысить устойчивость к климатическим вызовам.
  • Исследования показывают увеличение производства молока на 9,2% и снижение интенсивности выбросов метана до 12,7% благодаря генетическому улучшению.
  • Индекс DWP® (Dairy Wellness Profit Index®) используется для оценки рентабельности животного, учитывая такие параметры, как производство молока, фертильность и устойчивость к стрессу.
  • Генетические улучшения способствуют повышению эффективности использования корма и снижению потребления антибиотиков.

O leite é um dos alimentos mais presentes na mesa do brasileiro, seja puro ou processado em forma de iogurtes e queijos, por exemplo. Por aqui, o consumo per capital gira atualmente na casa dos 170 a 178 litros por habitante ao ano, segundo dados consolidados pelo Centro de Inteligência do Leite (Cileite) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sendo que, em sua forma integral, o  leite UHT  é o preferido dos consumidores por conta de sua praticidade de armazenamento e ampla distribuição nos supermercados.

O leite em pó integral e o queijo muçarela dividem o topo da cadeia de derivados mais procurados pela população, funcionando muitas vezes como substitutos diretos em períodos onde o produto sofre com a sazonalidade de preços. Depois de altos e baixos pós-pandemia, o setor agora  vê uma evolução favorável no mercado. Em 2025, por exemplo, a captação de leite no país chegou na casa com 27,5 bilhões de litros, o que é considerado um marco histórico, segundo apontou a Pesquisa Trimestral do Leite, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Diante desse cenário de crescente demanda por eficiência e sustentabilidade, a genética tem ganhado protagonismo como ferramenta estratégica para apoiar produtores na construção de sistemas mais produtivos, eficientes e rentáveis. É o que apontam estudos com animais geneticamente superiores, que acabam produzindo mais leite mesmo em desafio térmico, conseguem ser eficientes na conversão alimentar e apresentam menor intensidade de emissão de gases de efeito estufa ao longo da vida produtiva.

“A genética tem permitido que o produtor tome decisões cada vez mais assertivas dentro do rebanho, identificando animais com maior potencial produtivo, melhor eficiência alimentar, maior resiliência aos desafios climáticos. Quando olhamos para traços genéticos ligados à saúde, longevidade, fertilidade e sustentabilidade, conseguimos acelerar o melhoramento genético de forma consistente, além de construir rebanhos mais eficientes para a pecuária leiteira do futuro”, destaca Henrique Hooper, Coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes da Zoetis Brasil.

Ganhos em sustentabilidade

Foto: Divulgação Zoetis

De acordo com o estudo, os resultados mostraram ganhos relevantes tanto em desempenho produtivo quanto em eficiência ambiental. Os animais avaliados apresentaram aumento médio de 9,2% na produção de leite, redução de 18,1% na taxa de reposição do rebanho, diminuição de até 12,7% na intensidade das emissões de metano e redução média de 9,5% na intensidade de nitrogênio relacionada à produção.

Os dados relacionados à sustentabilidade são baseados em estudo conduzido com o modelo científico RuFaS (Ruminant Farm System), referência internacional para avaliação ambiental na pecuária.  A análise cruzou informações da produção de gases e sólidos voláteis com o DWP$® (Dairy Wellness Profit Index®). O DWP$ é um índice econômico desenvolvido pela empresa que pondera traços relacionados à produção e qualidade do leite, fertilidade, nutrição de precisão, uso de antibióticos e bem-estar animais em pesos distintos para avaliar rentabilidade de um animal dentro do sistema. Com a atualização recente, o índice é recalculado com os traços de resiliência ao calor e eficiência alimentar.