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‘Coleção de frustrações’: historiadora esportiva analisa como a geopolítica e o capital ditaram a Copa de 2026
Título da Espanha comemorado em Gaza, vaias a Trump e Infantino: até o último jogo, a Copa do Mundo de 2026 foi marcada por questões geopolíticas. Ao BdF Entrevista, a historiadora do esporte…

TL;DR
- O fazer esportivo é intrinsecamente político, especialmente em megaeventos.
- A FIFA prioriza a comercialização em detrimento da experiência esportiva e do tratamento de seleções e torcedores.
- A escolha dos EUA como sede reflete a lógica econômica da FIFA, com ampliação de seleções e pausas comerciais.
- A competição expôs tensões políticas e o aumento de atletas "diásporas em campo" desafia discursos nacionalistas.
- A onipresença das casas de apostas (bets) é um "alerta vermelho", afetando crianças e o âmbito público com patrocínios.
- A expansão do número de seleções e a duração do evento são motivadas por razões exclusivamente econômicas.