Trump says Brazil failed to combat PCC and Red Command
Document states that the factions have turned Brazil into a global cocaine distribution hub.

TL;DR
- Brazil was not included in the US list of principal drug transit or production countries.
- Donald Trump directly criticized the Brazilian government for failing to confront the PCC and Red Command.
- The US White House claims these factions have made Brazil a "global distribution center for cocaine."
- Trump called for "strong measures" against these organizations to prevent their spread.
- Recently, Washington officially classified PCC and Red Command as Foreign Terrorist Organizations, a designation not adopted by Brazil.
- This US classification expands Washington's tools against members and financial structures linked to these groups.
- Previously, Brazil did not receive such direct criticism in the equivalent presidential determination.
- Even without being on the most serious formal lists, Brazil is now being cited directly.
O Brasil não entrou na lista americana dos principais países de trânsito ou produção de drogas.
Mesmo assim, Donald Trump reservou um trecho do documento para fazer uma cobrança direta ao governo brasileiro.
Ele afirma que o país “falhou em confrontar” o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho. A Casa Branca afirma ainda que as duas facções transformaram o Brasil em um “centro de distribuição global de cocaína”.
O documento é enviado anualmente ao Congresso e aponta quais países Washington considera grandes produtores ou rotas relevantes para o narcotráfico.
Neste ano, 23 países aparecem nessa relação. O Brasil não está entre eles. A crítica ao país veio por outro caminho.
Trump afirmou que o governo brasileiro precisa adotar “medidas enérgicas” antes que as duas organizações “se espalhem e cresçam”.
A declaração ocorre poucos meses depois de Washington classificar oficialmente PCC e Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras.
Isso não significa que o Brasil tenha adotado a mesma classificação. Trata-se de uma decisão dos Estados Unidos, baseada na legislação americana.
Mas ela amplia os instrumentos que Washington pode usar contra integrantes e estruturas financeiras ligadas aos grupos.
Na determinação presidencial equivalente de 2025, o Brasil não recebeu uma cobrança nominal como essa.
Agora, mesmo fora das duas listas formais mais graves, o país passou a ser citado diretamente.