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Неподходящий Даллагол лидирует в борьбе за Сенат в Параране в технической ничьей с 4 именами, включая Глейзи

Опрос RealTime Big Data, опубликованный во вторник (18), показывает пять кандидатов, технически связанных в борьбе за два места, предназначенные для Параны в Федеральном Сенате в 2026 году.

Неподходящий Даллагол лидирует в борьбе за Сенат в Параране в технической ничьей с 4 именами, включая Глейзи

TL;DR

  • Пять кандидатов в Сенат от Параны технически связаны в борьбе за два места.
  • Делтан Даллагол (Novo) лидирует с 19% голосов, но считается дисквалифицированным.
  • Александре Кури (Republicanos) и Филипе Баррос (PL) идут со вторым результатом (17%).
  • Глейзи Хоффманн (PT) имеет 15%, а Кристина Грэмл (PSD) 13%, замыкая группу лидеров.
  • Неизвестно, как распределятся голоса Даллагола в случае его дисквалификации.
  • Опрос охватил 1600 избирателей в Паранее с погрешностью 2% и уровнем достоверности 95%.

Uma pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta terça-feira (18) mostra cinco candidatos tecnicamente empatados na disputa pelas duas cadeiras destinadas ao Paraná no Senado Federal em 2026. Deltan Dallagnol (Novo) lidera com 19% das intenções de voto, mas é considerado inelegível, o que recoloca o cenário em aberto para os demais nomes. O levantamento ouviu 1.600 eleitores no estado entre os dias 13 e 17 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais e índice de confiança de 95%.

Cenário para o Senado no Paraná

A pesquisa consolidou os votos para as duas cadeiras em disputa em um único cenário, revelando um campo fragmentado e sem candidato dominante. Deltan Dallagnol (Novo) aparece com 19% das intenções de voto, seguido por Alexandre Curi (Republicanos) e Filipe Barros (PL), ambos com 17%. Gleisi Hoffmann (PT) registra 15% e Cristina Graeml (PSD) fecha o grupo principal com 13%.

Dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, todos os cinco estão estatisticamente empatados, o que significa que qualquer um deles tem margem real para ocupar uma das duas vagas. A disputa reúne nomes de diferentes espectros: dois candidatos de direita (Curi e Barros), uma ex-ministra de esquerda (Gleisi), uma jornalista bolsonarista (Graeml) e o ex-procurador da Lava Jato (Dallagnol). O candidato Dr. Rosinha (PT) aparece com 5%, distante do grupo principal.

Veja os números:

A questão da inelegibilidade de Deltan Dallagnol

A liderança numérica de Dallagnol carrega uma ressalva decisiva:o ex-procurador está inelegível desde que teve seu mandato de deputado cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e tenta burlar a Justiça Eleitoral ao solicitar uma declaração de elegibilidade a Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). A manobra, contudo, não deve prosperar, visto que sua inelegibilidade foi declarada pela instância máxima da Justiça Eleitoral.

A situação jurídica de Dallagnol reconfigura diretamente a leitura dos números. Se sua candidatura for vetada, os 19% que ele concentra ficam sem destino definido, redistribuindo-se entre os demais candidatos de forma imprevisível. O problema é que a pesquisa não simulou um cenário sem sua presença, o que impede qualquer projeção direta sobre quem mais se beneficiaria de sua saída. O empate técnico entre os quatro candidatos remanescentes tornaria a disputa ainda mais aberta do que os números atuais já indicam.

Metodologia da pesquisa

O levantamento ouviu 1.600 eleitores no Paraná entre os dias 13 e 17 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PR-09262/2026.