Lula's rally on Paulista has confusion between militants and police
Officers were even harassed while trying to comply with the electoral court's decisions.

TL;DR
- PT organized a rally with Lula and Haddad on Avenida Paulista to mark the end of the campaign before the first round of elections.
- Police requested protesters concentrate on Av. Augusta and allow cars to circulate on Paulista.
- An electoral court decision authorized the event but prohibited obstruction of passage.
- There was an argument between police and Lula's campaign coordinator for São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho.
- PT supporters reportedly harassed police officers, shouting insults and booing.
- The situation improved when PT candidates arrived and sound cars moved to Augusta.
- Lula accused the PM of favoring events of his opponents.
- Other candidates, including Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Marina Silva, and Simone Tebet, were present and criticized the corporation.
- The São Paulo PM stated there was no impediment to the planned route for the event.
- An explosion occurred on Avenida Paulista during the rally, injuring two women and one man with first-degree burns.
- The injured were taken to the Santa Casa da Misericórdia de São Paulo hospital.
- The primary investigation suggests the explosion was caused by a gas leak.
- The PM found no evidence linking the explosion to Lula's rally.
O PT organizou um evento com Lula e Haddad na Avenida Paulista para marcar o fim da campanha antes do primeiro turno das eleições para presidente e governador.
Policiais militares pediram que os manifestantes se concentraram na Av. Augusta e abrissem espaço para os carros poderem circular pela avenida.
Uma decisão do TRE-SP autorizou o ato, mas determinou que eles não poderiam obstruir a passagem.
Houve bate-boca entre os policiais e o coordenador da campanha de Lula para o estado de São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho.
Enquanto dirigentes petistas discutiam, os apoiadores do partido começaram a hostilizar os policiais que trabalhavam no evento.
Os militantes dirigiram gritos de “fora fora” para os agentes, além de vaiarem as autoridades.
A situação só foi amenizada quando os candidatos do PT começaram a chegar no local e os carros de som foram para a Augusta.
Lula criticou o trabalho da PM
Lula chegou a falar sobre o episódio, acusando a PM de favorecer eventos de seus opositores:
"*Eles não podem transformar a Paulista em um palanque da extrema-direta. A Paulista é do povo brasileiro, não da extrema-direta*."
Outros candidatos também criticaram a corporação. Estiveram presentes além do presidente: Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet.
Em nota, a PM de São Paulo alegou que não houve qualquer impedimento para o percurso planejado para o evento.
Explosão aconteceu em meio a manifestação
Esse não foi o único imprevisto na Paulista durante o ato dos candidatos petistas.
Uma explosão aconteceu na região central da avenida, deixando duas mulheres e um homem feridos com queimaduras de primeiro grau.
Eles foram encaminhados para atendimentos médicos no hospital Santa Casa da Misericórdia de São Paulo.
A principal linha de investigação até o momento é de que o incidente foi causado por um vazamento de gás.
Segundo a PM, não há nenhuma evidência de que tenha qualquer relação com o ato do presidente Lula.